Postado por Hebert Brandão
26 de SETEMBRO de 2026

O que ocorreu na Terra não surgiu de forma isolada. Os conflitos, interferências e estruturas de domínio que encontramos neste campo planetário são extensões de processos muito mais antigos, desenvolvidos ao longo de diferentes regiões da Via Láctea e conectados a disputas que ultrapassam a própria experiência terrestre. Para compreender essa dinâmica, precisamos observar uma ampla cadeia de influência formada por diferentes raças, impérios e facções que, apesar de possuírem origens, características e interesses próprios, foram sendo conectados ao longo do tempo através de influência psíquica, infiltrações, pactos, alianças e interesses relacionados à expansão e ao domínio.
Em um dos níveis mais elevados dessa estrutura encontramos os Xopatz, seres que vibram na faixa da sexta dimensão do universo e possuem uma codificação extremamente avançada em relação a muitas raças que se desenvolveram nas faixas mais densas. Sua principal especialização está na manipulação psíquica, indução mental, interferência sobre a consciência e vampirização energética. Entretanto, sua forma atual de atuação não surgiu simplesmente como uma estratégia de expansão territorial. Ela foi desenvolvida e aperfeiçoada depois que os Xopatz sofreram derrotas em conflitos ocorridos em outras galáxias, fazendo com que modificassem profundamente sua maneira de expandir influência.
Em vez de continuar dependendo de confrontos diretos e grandes ocupações, os Xopatz passaram a utilizar uma estratégia muito mais silenciosa: influenciar os processos encarnacionais de outras raças e introduzir suas programações dentro das próprias civilizações que pretendiam controlar. Dessa maneira, não precisavam necessariamente aparecer como conquistadores externos. Suas influências poderiam entrar junto aos próprios seres que nasceriam, cresceriam e ocupariam diferentes posições dentro dessas sociedades. Ao longo de sucessivos ciclos, determinadas programações poderiam alcançar indivíduos ligados às estruturas sociais, militares, científicas e políticas desses povos, permitindo que a influência Xopatz operasse de dentro para fora.
Essa estratégia foi aplicada especialmente sobre seres de Alpha Draconis e sobre grupos de Grays e Zetas da região de Órion. A infiltração ocorreu progressivamente através dos processos encarnacionais, fazendo com que padrões compatíveis com os interesses Xopatz fossem introduzidos nessas civilizações sem a necessidade de uma ocupação direta. Com o passar do tempo, essas programações alcançaram níveis cada vez mais importantes das estruturas coletivas, contribuindo para direcionar sociedades que já possuíam suas próprias características, tecnologias e formas de organização.
É importante compreender esse ponto porque os Xopatz não precisavam estar visivelmente no comando desses impérios para exercer influência sobre eles. Sua posição dentro da cadeia é muito mais sutil e psíquica do que política ou militar. Os grupos influenciados continuavam possuindo suas próprias lideranças, disputas e interesses, mas determinados direcionamentos eram silenciosamente estimulados através das programações inseridas em seus processos. Essa forma de atuação permitiu aos Xopatz expandir influência sem repetir necessariamente os modelos de confronto que haviam produzido suas derrotas anteriores.
Entre as estruturas que passaram por esse processo encontramos o Império Ciakhaar, estabelecido em Alpha Draconis e associado principalmente à região de Thuban. Sua organização é formada por diferentes castas, com linhagens draco-reptilianas dominantes ocupando os níveis superiores e diferentes grupos subordinados distribuídos abaixo delas. Trata-se de uma estrutura extremamente rígida e hierarquizada, baseada em domínio, expansão territorial, poder militar e supremacia genética. Dentro desse modelo, diferentes grupos desempenham funções específicas e respondem aos níveis superiores da hierarquia.
Os Ciakhaar desenvolveram uma enorme capacidade militar, tecnológica e estratégica, tornando-se uma das forças mais poderosas dentro dessa coalizão regressiva. Sua expansão não dependia apenas da atuação direta das próprias castas draco-reptilianas. Outros grupos passaram a funcionar como aliados, subordinados, operários ou executores de determinadas agendas, permitindo que diferentes especializações fossem integradas à estrutura.
Entre esses grupos encontramos Grays e Zetas ligados à região de Órion, que também haviam sido alcançados pela infiltração psíquica dos Xopatz através de seus processos encarnacionais. Esses seres desenvolveram enorme capacidade científica e tecnológica, principalmente nos campos da engenharia genética, manipulação biológica, tecnologias de consciência e diferentes formas de intervenção sobre organismos vivos. Ao longo de sua trajetória, consolidaram uma estrutura extremamente avançada conhecida como Império Nebú, localizada na região da constelação de Órion.
Enquanto o modelo Ciakhaar desenvolveu grande parte de seu poder através da força militar, da hierarquia e da conquista territorial, os Nebú ampliaram sua influência principalmente através da ciência, genética e tecnologia. Essa diferença tornou as duas estruturas extremamente complementares. De um lado existia um império com enorme capacidade militar e estratégica; do outro, uma estrutura altamente desenvolvida em ciência e tecnologia.
Interesses relacionados à expansão, domínio e sobrevivência levaram essas estruturas a estabelecer diferentes acordos. A união ampliou significativamente sua capacidade de atuação, permitindo compartilhar tecnologias, recursos, conhecimento, territórios e grupos subordinados. Dentro dessa coalizão, o Império Ciakhaar passou a ocupar o topo da cadeia operacional de comando, principalmente por sua força militar, tecnológica e estratégica. Entretanto, em um nível mais sutil, permanecia a influência psíquica dos Xopatz sobre diferentes grupos inseridos nessa estrutura.
Ao redor dessa rede foi se formando aquilo que conhecemos como Grupo de Órion. É importante compreender que esse nome não representa uma única raça ou civilização. O Grupo de Órion é uma ampla coalizão de raças, impérios e facções, concentrada principalmente naquela região da galáxia, mas cuja influência se expandiu muito além dela. Alguns grupos compartilhavam diretamente os mesmos interesses regressivos, enquanto outros estabeleceram alianças por razões completamente diferentes.
Entre as raças associadas a essa estrutura encontramos também determinados grupos inséctoides Mantis. Entretanto, isso não significa que todos os Mantis sejam regressivos. Os Mantis presentes no Grupo de Órion correspondem a uma facção dissidente de uma Federação neutra. Esse grupo se afastou de sua estrutura original e passou a colaborar com a coalizão, trazendo consigo conhecimentos extremamente avançados relacionados à tecnologia, sistemas mentais coletivos e mecanismos de atuação psíquica.
Essa distinção é fundamental porque uma raça não deve ser compreendida como uma consciência coletiva completamente uniforme. Dentro de uma mesma origem podem existir diferentes civilizações, federações, grupos e facções seguindo direcionamentos distintos. Assim como ocorre entre os humanos, indivíduos e coletivos de uma mesma origem podem tomar caminhos completamente diferentes. Por isso, quando falamos dos seres ligados ao Grupo de Órion, estamos nos referindo especificamente à grupos e linhagens dissidentes que estão integrados a essa estrutura, e não às diferentes linhagens que permaneceram neutras ou harmônicas.
O mesmo princípio ajuda a compreender a própria dimensão do Grupo de Órion. Diversas outras raças e facções estabeleceram alianças com essa coalizão ao longo do tempo, mas nem todas chegaram até ela pelos mesmos motivos. Algumas compartilhavam interesses de expansão e poder; outras buscavam acesso a tecnologias, recursos ou territórios; e determinadas civilizações estabeleceram acordos simplesmente por uma questão de sobrevivência, encontrando-se diante de impérios muito mais poderosos e utilizando alianças como uma maneira de preservar parte de suas populações ou territórios.
Isso fez com que a estrutura se tornasse muito mais complexa do que uma simples divisão entre raças “boas” e “más”. Dentro dessa rede existem diferentes níveis de comprometimento, dependência e influência. Alguns grupos participam ativamente das agendas regressivas, outros executam funções específicas, enquanto determinados povos permanecem vinculados através de acordos dos quais talvez não possuam condições imediatas de se retirar.
A expansão do Grupo de Órion, portanto, não ocorreu apenas através da guerra. Pactos, acordos, infiltrações, dependências e alianças foram tão importantes quanto a força militar. Em muitos casos, incorporar uma civilização à rede era muito mais eficiente do que destruí-la ou ocupar diretamente seu território. Dessa maneira, a coalizão conseguiu conectar diferentes povos a uma mesma estrutura enquanto cada um continuava desempenhando funções específicas.
É dentro desse contexto que encontramos um dos acordos mais importantes para compreender a expansão dessa influência em nosso quadrante galáctico: o pacto Anu-Draco. Esse pacto conectou a estrutura nibiruana liderada pela linhagem de Anu ao Império Ciakhaar. Os Nibiruanos, posteriormente conhecidos em diferentes tradições humanas como Anunnakis, passaram assim a integrar uma rede de alianças que já possuía atuação em outras regiões.
Essa aproximação não significava que todos esses grupos se tornaram uma única civilização. Cada estrutura preservava suas próprias lideranças, interesses e especializações, mas suas capacidades passaram a ser utilizadas dentro de uma rede muito mais ampla. Os Xopatz permaneciam no nível mais sutil, utilizando principalmente a influência psíquica e a interferência sobre processos encarnacionais. O Império Ciakhaar ocupava o topo operacional da coalizão através de sua força militar, tecnológica e estratégica. O Império Nebú, juntamente com grupos Gray e Zeta associados à sua estrutura, ampliava sua capacidade científica, genética e tecnológica. A facção dissidente dos Mantis contribuía com conhecimentos ligados à tecnologia, à mente coletiva e aos sistemas psíquicos. Os Nibiruanos passaram a representar outra importante extensão dessa rede, alcançando diferentes sistemas e, posteriormente, exercendo profunda influência sobre a própria experiência terrestre.
Temos, portanto, uma cadeia multidimensional de influência, e não simplesmente uma pirâmide na qual cada ser recebe ordens diretamente daquele que está acima. Nas faixas mais sutis, os Xopatz influenciam psiquicamente determinados grupos e processos encarnacionais. Nas faixas mais densas, impérios e civilizações desenvolvem suas próprias estruturas e executam suas agendas, estabelecendo alianças entre si. Alguns atuam principalmente através da força militar; outros através da tecnologia; outros sobre a genética e a biologia; enquanto determinados grupos se especializam na manipulação psíquica e energética.
É justamente essa divisão de funções que torna essa estrutura tão ampla. Xopatz, Império Ciakhaar, Império Nebú, grupos Gray e Zeta, a facção dissidente dos Mantis, Nibiruanos e diversas outras raças e grupos aliados representam diferentes partes dessa rede. Alguns foram integrados por influência psíquica, outros por afinidade de interesses, outros através de pactos e alguns simplesmente porque encontraram nesses acordos uma possibilidade de sobrevivência diante de forças muito maiores.
Quando voltamos nossa atenção para a Terra, começamos então a compreender por que determinados acontecimentos deste planeta não podem ser analisados apenas a partir da história humana. Aquilo que encontramos aqui representa apenas uma ramificação local de uma estrutura muito mais antiga, trazendo para dentro da experiência terrestre conflitos, alianças, tecnologias, programações e mecanismos de controle que já estavam presentes em outros setores da galáxia muito antes do desenvolvimento das civilizações humanas atuais.





Este texto sobre o Grupo de Órion foi construído a partir das percepções que acessei ao longo do meu processo, somadas a informações de diferentes vertentes, entre elas a Rometria, do irmão Rodrigo Romo, onde vocês podem encontrar diversos materiais sobre dinâmicas cósmicas que ressoam com muitas das percepções que possuo.
Entretanto, o conteúdo apresentado representa a percepção que formei a partir de diferentes acessos e fontes, portanto alguns pontos podem não estar 100% alinhados com a Rometria. Faço essa distinção justamente para não atribuir à vertente interpretações próprias e, assim, não distorcer o trabalho desse irmão.
Para quem desejar conhecer especificamente a perspectiva da Rometria, recomendo buscar diretamente os materiais e ensinamentos produzidos dentro dessa vertente, preservando assim o contexto original das informações apresentadas por seus próprios autores.