HISTÓRIA

Anunnakis: a origem cósmica

Postado por Hebert Brandão

26 de SETEMBRO de 2026

Antes de entrarmos nessa história, é importante esclarecer o que chamarei de Anunnakis ao longo deste texto. O termo não será empregado no mesmo sentido amplo em que era utilizado por povos ancestrais para designar diferentes seres ou raças extraterrestres que mantinham contato direto com antigas civilizações. Quando menciono os Anunnakis neste contexto, estou me referindo especificamente ao grupo nibiruano ligado a Anu e à sua família, cuja atuação exerceu profunda influência sobre a trajetória da humanidade. Para construir essa narrativa, utilizarei elementos presentes em antigas traduções e tradições mesopotâmicas como pontos de referência dentro daquilo que já é conhecido no meio humano, relacionando-os também aos conhecimentos apresentados pela Rometria e à percepção que desenvolvi a partir das informações e dos acessos que tive. Dessa forma, nomes e termos servirão como pontos de conexão entre registros conhecidos pela humanidade e a história cósmica que será apresentada a seguir.

A história dos Anunnakis não começa na Terra. Sua origem está ligada a uma das seis Federações originárias das Plêiades, e também a uma figura que se tornaria central nessa linhagem: Anu. Antes de estabelecer seu domínio em Nibiru, Anu ocupava uma posição de destaque dentro da estrutura política pleiadiana, que poderíamos comparar ao cargo que aqui conhecemos como senador. Sua linhagem possuía uma origem de grande importância: Anu era um descendente de Amélius, um ser elevado que havia sido uma manifestação direta da consciência do Cristo Cósmico e realizado grandes feitos durante sua trajetória. Com o passar das gerações, essa descendência permaneceu como parte importante da identidade e do prestígio de sua família. Anu passou, então, a interpretar essa herança como uma legitimidade natural para ocupar uma posição superior de comando sobre as demais Federações. Entretanto, dentro da organização pleiadiana, a liderança não era estabelecida simplesmente pela herança genética ou pela importância dos antepassados, mas pelo mérito vibracional e pela frequência de consciência alcançada por cada ser. Assim, os feitos de Amélius pertenciam à trajetória daquela consciência e não concediam automaticamente aos seus descendentes o mesmo nível de autoridade.

Aos poucos, essa divergência deixou de ser apenas uma disputa interna e passou a representar uma ruptura com os próprios valores crísticos que sustentavam a Confederação. Anu começou então a se aproximar de grupos dissidentes que compartilhavam interesses semelhantes, principalmente relacionados à expansão territorial, fortalecimento militar, domínio de outros povos e formação de estruturas hierárquicas de poder.

À medida que essas alianças se fortaleceram, o conflito com a estrutura central das Federações tornou-se insustentável. Anu, sua família e os grupos ligados a ele acabaram destituídos de suas posições e afastados do sistema central pleiadiano. Esse exílio marcou uma transformação importante: Anu deixou de disputar poder dentro da antiga estrutura e passou a construir uma estrutura própria fora dela. É nesse ponto que Nibiru se torna fundamental. Nibiru não era originalmente um planeta como a Terra, mas um corpo celeste artificial de enormes proporções, funcionando como uma estrutura híbrida entre planeta e nave-mãe. Sua dimensão permitia não apenas abrigar grandes populações, mas também cidades, centros tecnológicos, instalações científicas, estruturas militares, sistemas de produção e enormes frotas de naves menores. Em vez de permanecer limitada a uma órbita planetária comum, essa estrutura podia servir como uma base móvel de operações, permitindo que seus habitantes atravessassem diferentes regiões e estabelecessem presença em outros sistemas.

Foi em Nibiru que Anu começou a reorganizar os grupos que o acompanharam após o rompimento com as Federações. O que antes era uma facção dissidente passou gradualmente a assumir a forma de uma nova civilização organizada em torno de sua linhagem e de uma rígida hierarquia de poder. Cientistas, engenheiros, militares e diferentes grupos aliados passaram a ocupar funções específicas dentro dessa estrutura. A família de Anu permaneceu no centro da organização, enquanto Nibiru se transformou simultaneamente em território, centro político, fortaleza militar e plataforma tecnológica. A partir dali, a linhagem Anunnaki começaria uma nova etapa de sua trajetória, estabelecendo alianças com outras facções e impérios e expandindo sua influência para diferentes regiões — processo que, posteriormente, colocaria esse grupo em contato direto com a Terra.

Antes da ruptura de Anu com a Federação Pleiadiana, Nibiru exercia uma função diferente daquela que assumiria posteriormente. O planeta-nave era utilizado pela linhagem de Anu como uma grande estrutura móvel destinada à proteção e manutenção de determinados setores do nosso quadrante galáctico. Nesse período, Anu e outros membros de sua linhagem ainda atuavam em conjunto com a Federação Pleiadiana, participando tanto de operações de proteção quanto de dinâmicas políticas envolvendo diferentes regiões e civilizações.

Dentro dessa trajetória, a própria linhagem de Anu chegou a participar de conflitos contra grupos reptilianos que ameaçavam determinados setores, inclusive atuando na proteção da Terra em períodos anteriores à sua corrupção. Isso é importante porque impede uma interpretação simplificada de que Anu, sua linhagem e Nibiru sempre tenham pertencido ao campo regressivo. Existiu uma fase anterior em que sua atuação estava integrada às estruturas pleiadianas e cumpria funções de proteção e organização.

A grande mudança ocorre com a queda e a traição de Anu em relação à Federação Pleiadiana. A partir dessa ruptura, aquilo que anteriormente funcionava como uma estrutura vinculada à proteção de determinados setores passa progressivamente a servir a outros interesses.

Nibiru, portanto, não nasce como uma estrutura regressiva: ele é convertido em uma. O mesmo planeta-nave que anteriormente havia servido como instrumento de proteção passa, depois da queda de Anu, a funcionar como uma grande base móvel para sua linhagem e para grupos regressivos que progressivamente se aproximam dela.

Essa transição é fundamental para compreender a trajetória dos Anunnakis, porque mostra que a corrupção ocorre ao longo do processo. Anu não começa sua história necessariamente como adversário das estruturas que posteriormente enfrentaria. Ele participou delas, exerceu influência política dentro delas e atuou em sua manutenção. É justamente sua posterior ruptura com esse sistema que transforma tanto sua trajetória quanto a função exercida por Nibiru.

Fora da organização federativa, Anu começou a construir sua própria estrutura de poder. Em Nibiru reuniu diferentes grupos e raças dissidentes, estabelecendo uma sociedade fortemente hierarquizada e organizada através de castas. Entre esses grupos estavam os Draconianos negativados, ligados ao Império Ciakhaar de Alpha Draconis. A aproximação entre essas estruturas resultou no chamado Pacto Anu-Draco, uma aliança estratégica que combinava diferentes capacidades. Anu possuía conhecimento avançado em engenharia genética e experiência política adquirida durante sua antiga posição, enquanto os Dracos possuíam grande capacidade militar, domínio territorial e uma estrutura social baseada em hierarquia e dominação.

A própria união de Anu com Ciar-Tal consolidou essa aliança. Ciar-Tal pertencia à linhagem albina draco-reptiliana, considerada o mais alto escalão do Império Ciakhaar, e sua união com Anu também produziu descendentes. A partir dessa aproximação, diferentes interesses passaram a operar conjuntamente. Colonização de mundos em desenvolvimento, controle de matrizes genéticas e encarnacionais e infiltração em projetos neutros passaram a fazer parte desse modelo de expansão.

Dentro dessa estrutura de Nibiru, Anu ocupava o topo da hierarquia. Sua atuação raramente acontecia diretamente. Ele exercia o comando enquanto outros membros de sua linhagem executavam diferentes partes dos projetos. Dessa maneira, formou-se uma dinastia na qual cada personagem passou a exercer uma função específica, e é dentro dessa organização que encontramos nomes como Enki, Enlil, Marduk, Inanna e Ninurta.

Principais personagens da linhagem Anunnaki:

ANU

Anu ocupa o centro da estrutura Anunnaki e representa a autoridade máxima de Nibiru. Originalmente ligado às Federações das Plêiades, rompeu com seus princípios após entrar em conflito com a forma como a liderança era estabelecida e passou a construir sua própria estrutura de poder. Depois de seu exílio, reuniu diferentes grupos dissidentes em Nibiru e estabeleceu uma organização fortemente hierarquizada, baseada em castas, domínio e expansão. Sua aliança com os Ciakhaar ampliou seu poder militar e territorial, enquanto sua união com Ciar-Tal consolidou essa aproximação através da própria linhagem genética. Anu raramente precisava atuar diretamente: ocupava o topo da hierarquia e delegava aos seus descendentes diferentes partes dos projetos, fazendo com que sua família se tornasse o núcleo de comando da estrutura Anunnaki.

CIAR-TAL

Ciar-Tal é uma draco-reptiliana pertencente à linhagem albina do Império Ciakhaar, considerada um dos níveis mais elevados da hierarquia draconiana ligada a Alpha Draconis. Sua união com Anu não representou apenas uma relação familiar, mas também a consolidação da aliança estabelecida entre a estrutura Anunnaki e os Dracos. Dessa união surgiram descendentes que carregavam as duas linhagens, fortalecendo os vínculos políticos, genéticos e militares entre os grupos. Ciar-Tal ocupa, portanto, uma posição importante para compreender por que parte da descendência de Anu passou a carregar características diretamente relacionadas à estrutura draconiana e por que essa aliança se tornou tão importante na expansão do poder de Nibiru.

ENKI

Enki é o primogênito de Anu, mas não o sucessor legítimo do trono por não ter nascido da união oficial reconhecida pela linhagem real. Sua importância vem principalmente de sua extraordinária capacidade científica. Enki é um dos maiores engenheiros genéticos da estrutura Anunnaki e tratava a manipulação de formas de vida como uma verdadeira obra de engenharia biológica. 

ENLIL

 Enlil representa o braço militar e executor da família. Diferentemente de Enki, era descendente da união oficial de Anu com Ciar-Tal e carregava a chamada semente real, tornando-se o sucessor legítimo dentro da estrutura hierárquica Anunnaki. Sua personalidade é marcada pela disciplina, rigidez, ordem e controle, estando muito mais relacionado à guerra e à administração do domínio do que à ciência genética. Na Terra, sua função envolvia proteger as operações, controlar territórios e enfrentar grupos que resistiam à expansão Anunnaki.

MARDUK

Marduk, filho de Enki, representa uma nova etapa das disputas internas da família. Em vez de simplesmente permanecer subordinado à estrutura estabelecida por Anu, buscou construir seu próprio domínio e entrou em conflito com outras facções Anunnakis.

INANNA

Inanna, também conhecida como Ishtar, pertence à linhagem de Enlil e atua principalmente sobre os campos emocional, sexual e religioso. Sua influência esteve relacionada à formação de cultos que utilizavam desejo, sexualidade, adoração e intensidade emocional como formas de movimentação energética aqui na Terra.

NINURTA

Ninurta, filho de Enlil, era um guerreiro de elite utilizado principalmente quando a influência Anunnaki encontrava resistência direta. Sua função era combater grupos dissidentes, recuperar territórios e consolidar o domínio onde outras formas de controle já não eram suficientes.

Esses são apenas alguns dos personagens que compõem a elite nibiruana, formada tanto por antigos membros ligados às estruturas da Federação Pleiadiana que, ao longo de seus próprios processos, afastaram-se de seus princípios originais e passaram a se moldar a propostas regressivas, quanto por integrantes de outras facções e impérios que se aliaram a essa estrutura, como o Império Ciakhar de Alpha Draconis. A partir dessas alianças, Nibiru reuniu diferentes linhagens e grupos em torno de uma estrutura hierárquica baseada em domínio, expansão e controle, passando a atuar sobre diferentes mundos e encontrando na Terra um importante campo para seus projetos.

Muitos dos seres que posteriormente foram apresentados às civilizações humanas como deuses fazem parte desse grupo Anunnaki. Durante sua presença na Terra, diferentes membros dessas linhagens interagiram com povos antigos, assumiram posições de autoridade e utilizaram seu conhecimento e suas tecnologias para influenciar culturas, crenças e estruturas sociais. Essa atuação continuou através de diferentes ciclos, alcançando também os povos humanos pós-diluvianos. Parte das figuras posteriormente incorporadas às tradições como divindades estaria, portanto, relacionada a seres que participaram diretamente da história terrestre e que, através dessas interações, influenciaram e manipularam diferentes povos ao longo do tempo.

A presença desses seres na Terra ocorreu de diferentes formas e em diferentes períodos. Eles estabeleceram bases, exploraram recursos, entraram em conflitos com outras civilizações, participaram de guerras e desenvolveram extensos trabalhos de engenharia genética. Diferentes raças e matrizes biológicas existentes no planeta foram manipuladas ao longo desses processos, e parte dessas intervenções esteve diretamente relacionada à criação e modificação da estrutura biológica humana que utilizamos atualmente, adaptando esse veículo às condições e aos interesses estabelecidos para a experiência terrestre.

Essa interferência também ultrapassou o campo físico e genético. Com o passar do tempo, diferentes mecanismos de condicionamento foram sendo incorporados à própria organização da experiência humana, contribuindo para a formação e consolidação daquilo que chamamos de Matrix de controle planetária. Estruturas energéticas, psíquicas, religiosas, sociais e hierárquicas passaram a atuar em conjunto, limitando a percepção, direcionando comportamentos e fazendo com que o próprio coletivo humano reproduzisse muitos desses padrões de geração em geração.

A história dos Anunnakis está, portanto, profundamente entrelaçada à história da humanidade. Sua passagem pela Terra deixou marcas na genética humana, nas antigas civilizações, nas estruturas de poder e nos mecanismos de controle que foram sendo construídos dentro deste campo planetário.

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