Postado por Hebert Brandão
29 de SETEMBRO de 2026

Quando falamos sobre a humanidade, geralmente começamos nossa história na Terra. Observamos os primeiros povos, as antigas civilizações e o desenvolvimento gradual da espécie humana. Entretanto, a trajetória do projeto humano adâmico é muito anterior à experiência terrestre atual. Para compreender sua origem, precisamos voltar bilhões de anos e observar processos que começaram em outros setores do universo.
Há aproximadamente 7,6 bilhões de anos, no Universo Local de Nébadon, foi concebido um projeto genético destinado a oferecer uma nova estrutura para a manifestação da consciência na matéria. Esse projeto surgiu como uma resposta de Micah ao avanço de estados de dualidade extrema que começavam a se espalhar por diferentes regiões de Nébadon. Seu primeiro desenvolvimento ocorreu em Avyor, um planeta localizado no sistema de Vega, na constelação de Lira.
A estrutura adâmica foi produzida através de uma engenharia genética extremamente avançada, integrando diferentes matrizes que já existiam no universo. Entre seus principais componentes estavam códigos Felídeos, Cetáceos, Anfíbios e Elohínicos, reunidos em uma única estrutura biológica. Cada matriz contribuía com características específicas, mas o componente Elohínico possuía uma função fundamental: estabelecer uma conexão direta entre o ser encarnado e a rede espiritual superior da Fonte.
O projeto original possuía uma estrutura de 12 fitas de DNA. Quando integradas e ativadas, essas codificações permitiam uma expressão muito mais ampla da consciência através da matéria. O corpo não funcionava apenas como uma estrutura biológica para sobrevivência, mas como uma interface capaz de sustentar níveis elevados de percepção, conexão espiritual e interação com diferentes faixas da experiência.
Essa característica tornou o projeto adâmico extremamente importante, mas também despertou interesse em diferentes grupos. Algumas civilizações, principalmente grupos reptilianos, não possuíam em sua própria estrutura genética o mesmo código de conexão e passaram a observar o genoma adâmico como uma possibilidade de acessar características ausentes em suas próprias linhagens.
Com o tempo, o DNA adâmico tornou-se uma das estruturas genéticas mais disputadas nesses setores do universo. Seus códigos poderiam ser utilizados para recuperar determinadas funções, produzir novas linhagens e modificar projetos genéticos já existentes. Grupos como Arcontes e facções draconianas conseguiram acessar fragmentos desse genoma e realizar processos de hibridização com matrizes reptilianas, originando novas linhagens dissociadas da proposta original.
Essas interferências não ocorreram de maneira isolada. Conforme diferentes civilizações se desenvolveram, surgiram disputas territoriais, rebeliões, alianças e facções com interesses distintos. A dualidade aumentou e diferentes setores passaram a enfrentar conflitos cada vez maiores.
Apesar dessas interferências, o projeto adâmico continuou sua trajetória. Seus códigos foram levados para diferentes sistemas e incorporados a novas linhagens. Plêiades, Sirius, Aldebaran e diversos outros setores receberam desdobramentos dessa matriz, permitindo que diferentes projetos humanos se desenvolvessem ao longo do tempo. Assim, aquilo que chamamos de “humano” não ficou restrito à Terra: diferentes expressões da estrutura adâmica já existiam muito antes do desenvolvimento da humanidade terrestre atual.
A expansão dos conflitos também exigiu a criação de projetos destinados à reabilitação e harmonização de consciências e linhagens que haviam se envolvido profundamente nessas disputas. Determinados mundos passaram a receber diferentes grupos para que antigas experiências pudessem ser integradas e novas possibilidades fossem construídas.
A Terra tornou-se um desses mundos.
Nosso planeta passou a funcionar como um grande laboratório de integração, recebendo códigos genéticos, consciências e projetos provenientes de diferentes regiões. Linhagens relacionadas a Aldebaran, Sirius, Plêiades e outros sistemas participaram desse processo, trazendo para o campo terrestre diferentes expressões da matriz adâmica.
Foi nesse contexto que surgiram civilizações ancestrais associadas aos continentes de Mu, Lemúria e Atlântida. Esses territórios receberam diferentes etapas do projeto e se transformaram em importantes centros de desenvolvimento humano, espiritual, científico e tecnológico. Ao mesmo tempo, tornaram-se palco das mesmas polaridades que já haviam produzido conflitos em outras regiões.
Durante as primeiras etapas, grupos humanos adâmicos conseguiram alcançar níveis extremamente avançados de desenvolvimento. A estrutura genética disponível permitia uma interação muito maior entre consciência e matéria, favorecendo capacidades e percepções que a humanidade atual normalmente não consegue acessar.
Entretanto, o desenvolvimento tecnológico não eliminou a possibilidade de escolhas regressivas. Com o passar do tempo, conflitos internos, disputas de poder e interferências externas começaram a produzir instabilidade. Diferentes grupos estabeleceram alianças com facções que já atuavam em outros setores, trazendo novamente para o projeto terrestre antigas dinâmicas de domínio e influência.
Atlântida tornou-se um dos principais centros dessa negativação. Parte de seus grupos estabeleceu relações com estruturas externas, incluindo facções Anunnakis, e conhecimentos extremamente avançados começaram a ser utilizados dentro de disputas de poder. A mesma capacidade tecnológica e genética que poderia favorecer a expansão passou também a ser utilizada para controle e interesses particulares.
Essas dinâmicas contribuíram para um período de grande instabilidade que culminou em um cataclismo ocorrido há aproximadamente 12.500 anos, encerrando uma etapa importante dessas civilizações e iniciando uma nova fase do projeto humano terrestre.
Após esse processo, a estrutura biológica utilizada pela humanidade passou por novas intervenções. Grupos Anunnakis realizaram manipulações genéticas sobre a base humana, produzindo corpos muito mais limitados em relação à estrutura adâmica original. Das 12 fitas presentes no projeto primordial, apenas uma parcela reduzida de suas possibilidades permaneceu acessível, com quatro delas podendo alcançar determinados níveis de ativação dentro dessa nova configuração.
A limitação genética também produziu uma redução da percepção. A consciência continuava possuindo sua conexão com níveis superiores, mas passou a experimentar a matéria através de uma interface muito mais restrita. Paralelamente, diferentes estruturas de influência foram instaladas no campo planetário, atuando sobre aspectos mentais, emocionais, sociais e energéticos da experiência humana. A integração dessas estruturas formou uma rede de condicionamento e manipulação que podemos compreender como a Matrix terrestre.
É dentro dessa configuração que chegamos à humanidade atual.
Quando observamos nosso corpo, nossa sociedade e os limites que aparentemente definem aquilo que um ser humano pode experimentar, estamos observando apenas uma etapa de um projeto muito mais antigo. A humanidade terrestre atual não representa o começo da trajetória adâmica, mas um de seus desdobramentos.
Nossa história não começou aqui.
Ela atravessou sistemas, civilizações, projetos genéticos, guerras, migrações, quedas e reconstruções antes de chegar à configuração que encontramos atualmente na Terra. E compreender essa trajetória muda completamente a maneira como observamos aquilo que chamamos de ser humano.
Boa parte da base utilizada neste conteúdo vem da Rometria, do irmão Rodrigo Romo, onde vocês podem encontrar materiais muito mais aprofundados sobre essas dinâmicas e acontecimentos cósmicos.
Aqui estou simplificando e apresentando esses eventos a partir da percepção que formei, reunindo as informações que acessei ao longo do meu processo e passando-as pelo meu próprio filtro de compreensão. Por isso, nem todos os pontos apresentados estarão necessariamente 100% alinhados com aquilo que é ensinado na Rometria.
Faço essa distinção para não gerar distorções ou atribuir ao trabalho do irmão interpretações que são minhas. Para compreender esse assunto especificamente pela perspectiva da Rometria, recomendo que busquem diretamente os materiais dessa vertente.